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Cantora Gospel em  destaque 2026
Torcedora afirma ter sido retirada de estádio após usar moletom com mensagem cristã nos Estados Unidos  Uma situação envolvendo liberdade de expressão e manifestação de fé cristã tem gerado debates nas redes sociais e na imprensa internacional.  A torcedora Paige Combs-Morgan afirmou ter sido retirada do estádio Comerica Park, durante uma partida entre Detroit Tigers e Chicago White Sox, após utilizar um moletom com a frase "Jesus Over Pride" ("Jesus Acima do Orgulho").  Segundo o relato da própria torcedora, ela foi abordada por funcionários do estádio e por policiais depois que pessoas presentes fizeram reclamações sobre a mensagem estampada em sua roupa. Paige declarou que sua intenção era apenas expressar sua fé cristã de forma pacífica.  Por outro lado, há informações de que a organização do estádio afirma que a retirada não ocorreu apenas por causa da vestimenta, mas também por questões relacionadas ao comportamento da torcedora durante o evento. As diferentes versões do caso continuam sendo discutidas.  O episódio rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais, levantando debates sobre liberdade religiosa, liberdade de expressão e os limites das regras adotadas em eventos esportivos.  Independentemente das interpretações, o caso reacende uma discussão importante sobre o direito de manifestação de crenças em espaços públicos e privados, tema que tem despertado atenção em diversos países.  A Rádio VIP On Line continuará acompanhando os desdobramentos desta notícia e trará novas informações caso haja posicionamentos oficiais das partes envolvidas.  Fonte: Informações baseadas em relatos públicos da torcedora, reportagens da imprensa internacional e publicações divulgadas nas redes sociais.
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Monumento de Cavalo Louco impressiona o mundo e segue em construção há mais de sete décadas  Por Redação | Aliança Business Revista  Uma das maiores obras monumentais do planeta continua chamando a atenção pela grandiosidade e pelo significado histórico. Localizado nas Black Hills, no estado da Dakota do Sul (EUA), o Crazy Horse Memorial (Memorial de Cavalo Louco) está sendo esculpido diretamente em uma montanha de granito desde 1948 e, mesmo após mais de 70 anos de trabalho, ainda não possui uma data oficial para sua conclusão.  O projeto homenageia Cavalo Louco (Crazy Horse), importante líder do povo Lakota, reconhecido por sua resistência e defesa dos povos indígenas norte-americanos.  Quando finalizado, o monumento deverá alcançar aproximadamente 172 metros de altura e 195 metros de comprimento, tornando-se significativamente maior que o famoso Monte Rushmore, também localizado na mesma região dos Estados Unidos.  A obra foi idealizada pelo líder indígena Henry Standing Bear, que convidou o escultor Korczak Ziolkowski para desenvolver um memorial que representasse a história e a cultura dos povos indígenas. Após a morte do escultor, em 1982, o trabalho passou a ser conduzido por sua família e pela Crazy Horse Memorial Foundation, mantendo viva a missão iniciada há décadas.  Até o momento, o rosto de Cavalo Louco já foi concluído e outras partes da escultura continuam sendo trabalhadas. O memorial também abriga museus, espaços culturais e programas educacionais dedicados à preservação da história e das tradições dos povos originários da América do Norte.  Mais do que uma impressionante obra de engenharia, o Crazy Horse Memorial representa um símbolo de reconhecimento histórico, identidade cultural e perseverança, reunindo gerações de profissionais em um projeto que continua evoluindo ano após ano.   ---  Nota Editorial  Esta matéria foi produzida a partir de informações públicas divulgadas por fontes especializadas e pela instituição responsável pelo memorial. O conteúdo foi reescrito e contextualizado pela Aliança Business Revista, preservando o compromisso com a informação responsável e o respeito aos direitos autorais.  A matéria também será publicada no portal da Rádio VIP Online, fortalecendo a parceria entre os dois veículos na divulgação de conteúdos sobre cultura, história, tecnologia e atualidades.  Aliança Business Revista Aliança que conecta, conteúdo que transforma.  Rádio VIP Online A sua conexão com Deus.
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via Guiame

O cuidado que nenhuma tecnologia consegue substituir

10/09/2026
O cuidado que nenhuma tecnologia consegue substituir

Há uma contradição interessante no nosso tempo. Nunca tivemos tantos recursos para facilitar a vida e, ao mesmo tempo, continuamos enfrentando necessidades profundamente humanas que nenhuma ferramenta conseguiu resolver.

Temos acesso imediato à informação, podemos conversar com alguém que está do outro lado do mundo em segundos, encontramos respostas para quase qualquer dúvida e contamos com tecnologias capazes de organizar boa parte da nossa rotina. Ainda assim, continuamos precisando de cuidado, direção, descanso e presença.

Talvez porque algumas necessidades humanas não sejam problemas que a tecnologia possa solucionar.

Precisamos ser conhecidos. Precisamos ser ouvidos. Precisamos de pessoas que percebam quando alguma coisa não está bem, mesmo quando não conseguimos explicar o que está acontecendo.

É nesse ponto que uma das imagens mais conhecidas das Escrituras volta a ganhar uma profundidade que pode passar despercebida.

“O Senhor é o meu pastor.”

Davi poderia ter descrito Deus de muitas maneiras. Escolheu uma figura que, para sua época, representava proximidade, direção, proteção e responsabilidade.

Um pastor não apenas aponta uma direção e desaparece. Ele acompanha o caminho. Conhece o terreno. Reconhece os perigos. Sabe quando é necessário avançar e quando é necessário parar.

O Salmo 23 não apresenta uma vida sem dificuldades. Pelo contrário. Em determinado momento, Davi fala sobre o vale da sombra da morte. O vale faz parte da caminhada. O que muda é a presença.

Isso é diferente de muitas mensagens religiosas que prometem uma espécie de blindagem espiritual contra os problemas da vida. A Bíblia não apresenta essa promessa. O próprio Salmo 23 não diz que o vale deixará de existir. Diz que, mesmo ali, existe companhia.

Essa perspectiva também confronta uma ideia muito valorizada atualmente: a de que ser forte significa não precisar de ninguém.

Existe valor em autonomia, responsabilidade e maturidade. Mas ninguém foi criado para carregar sozinho todo o peso da existência. Reconhecer limites não é fracasso. Admitir que precisamos de direção não nos torna menos capazes.

Talvez o problema seja que aprendemos a cuidar de tantas coisas que esquecemos como receber cuidado.

Cuidamos da carreira, dos filhos, dos negócios, das contas, dos projetos e das pessoas que dependem de nós. Continuamos funcionando mesmo quando estamos cansados. Muitas vezes, a única coisa que não fazemos é parar para reconhecer que também precisamos ser conduzidos.

É justamente aqui que a imagem do Salmo 23 encontra sua plenitude em Cristo.

No Evangelho de João, Jesus não apenas utiliza a linguagem do pastor. Ele afirma: “Eu sou o bom pastor”. E acrescenta que o bom pastor dá a vida pelas ovelhas. A imagem deixa de ser apenas uma metáfora sobre proteção e se torna uma revelação sobre quem Cristo é.

Ele não oferece apenas instruções para a caminhada. Ele se coloca no caminho.

Isso muda também a maneira como entendemos confiança. Confiar em Cristo não significa saber antecipadamente como cada problema será resolvido. Significa reconhecer que nossa visão é limitada e que a fidelidade de Deus não depende da nossa capacidade de prever o futuro.

Há momentos em que teremos clareza. Em outros, teremos apenas o próximo passo. O Salmo 23 continua atual porque não fala para uma geração específica. Fala para seres humanos que, em diferentes épocas, continuam experimentando medo, cansaço, perda e desejo de encontrar algum lugar de descanso.

É por isso que a sua Palavra continua atravessando séculos e gerações. Não porque prometem uma vida sem vales, mas porque apresentam um Pastor que não abandona o caminho quando o vale começa.

Em uma época que nos ensina a resolver tudo sozinhos, existe algo profundamente contracultural em reconhecer que precisamos ser conduzidos.

E talvez a maturidade da fé não esteja em ter todas as respostas, mas em saber em quem confiar quando elas ainda não chegaram.

 

Matheus Grismaldi (@ogrismaldi) é jornalista, escritor e missionário em Angola, África. Autor de Simplificando a Paternidade de Deus, é idealizador do Clube Logos, projeto dedicado à literatura cristã e à construção de uma cosmovisão fundamentada nas Escrituras.

* O conteúdo do texto acima é uma colaboração voluntária, de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

Leia o artigo anterior: Quando tudo desaba, o que ainda permanece?

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